(…) É o eminente ensaio que proclamo á cegueira…
Se é! – e os meus suspiros pairam redundantes, exclamando, negando, contemplando, divagando. Suspiros. – e insisto nesta artimanha de conceitos, palavras que já nem elas podem ver, escutar… não podem.
Pudera eu fazer de bom entendimento com que assim o visse a quimera constituinte de todas as suas partículas. É ele… pois bem visto está, não existe.
Bem querida é esta incompreensão, esmorece em constância qualquer prazeroso momento, pois que libertação em mim é nula. Um vulto! Com mil anos de medo e perfil carrancudo…
Não se pode sentir tudo até ao último suspiro, até á última gota de um bálsamo harmonioso, pois não posso. Porque não posso. – We've got nowhere to go, we've got nothing to prove
Instead of dancing alone, I should be dancing with you This song is turning me on, the beat is doing me in Or maybe it's only you, but either way, let’s begin.-
Instead of dancing alone, I should be dancing with you This song is turning me on, the beat is doing me in Or maybe it's only you, but either way, let’s begin.-
Pois, enlouqueço a cada Segundo. E é a adrenalina do segundo que na seguinte fracção encontra a súbita morte. E é assim que morro, louca demais para sentir… morro.
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