Dominei o véu da demência
Num silêncio absorto, porém quebrado
Por ora em constância
De tal seriedade fictícia
Numa credibilidade nula abraçada
Leu-me a mim e em mim, com veemência
Um cheiro putrefacto, um suspirar abstracto
De uma alma perdida no olfacto, no toque, no acto
De um olhar vago, um contemplar morto
- É esta a loucura de um objecto inanimado.
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