sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Te Ilumino na Escuridão

Permaneço intacta ao Sol que brilha em meu redor
Permaneço fiel aos meus erros

Enquanto trago meu cigarro condenado à imortalidade
Que brilha por entre o odor ébrio desta canção.
Quando pensamos que temos o mundo em nossas mãos
É o irreal que se acende em nossa razão.
No passo alegre que surge da ilusão perene
E que ilumina o nosso triste destino, que não é um atalho
Tão pouco um desvio…
Meu bem, como me entregaste as palavras
Eu te entrego de volta os capítulos eternos do meu desassossego
Que paira resplandecente nas sombras da paixão
Leve, suave mas sonoro
Como a tua sagaz sabedoria
Que é serena e ainda um pequeno verso que se alinha
Na perfeição da tua jovialidade.

Ecoa no ar, no meu ar,
A tua livre juventude
Aquela que me sorriu, tão plena e sincera
A tua beleza ingénua
Que me fez encontrar meu novo mundo.

Obrigada.

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