Esses teus passos têm insistido
Na mais doce canção que
Me ouviu cantar um fim...
Fico doente na pressa das Horas
Em que explode a palpitação,
De costume dormente.
Devias caminhar até mim, devias...
Numa saga insana
Da procura deliberadamente proibida
Para que o fogo-fátuo
Se torne na mais bela partitura
De uma dança intensa que
Eternize esse teu sorriso
Repleto de um olhar, só meu.
Que vem de mim, que Foi só teu.
Porque és feito desse ópio
Sábio de sexo, imerso em sabor
Que me adorna as vestes
Servidas da suculência
Provocada por esse teu sopro
Sopro...! Vivo e louco
Não me dês mais serenidade
Carrega-me, antes, desse teu
Romance viril, macho, que eu tanto desprezo
Ah...! Mas não tornes a dançar comigo
Esse teu balanço doce
Que me fez terminar a Canção.
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