Existe em mim um complexo inerente
À noção do que é saber do que é apreciar
Aquilo que nos faz viver.
É um êxtase mudo de dor e culpa
Que provoca a deplorável demência
De ver tal vaga alma imatura
Que enclausura o oásis da sabedoria
Na temível doença de não querer seguir em frente.
É partir. É preciso partir para longe
E não voltar...
Embora haja antes que se deixar
No esqueleto empoeirado que é ser
Nesta esfera ambígua
Os passos reais da cortina de sangue.
Essa vive! Intensa...
Acompanhada de fiéis escravos
Na penitência da fraqueza
Que existe em mim.
O erro nunca foi existires nesta bola de cristal
O erro sempre foi tentares encontrar
O que não existe nas redondezas desta doença
Que ainda não abarca definição...
(oTumulto)
À noção do que é saber do que é apreciar
Aquilo que nos faz viver.
É um êxtase mudo de dor e culpa
Que provoca a deplorável demência
De ver tal vaga alma imatura
Que enclausura o oásis da sabedoria
Na temível doença de não querer seguir em frente.
É partir. É preciso partir para longe
E não voltar...
Embora haja antes que se deixar
No esqueleto empoeirado que é ser
Nesta esfera ambígua
Os passos reais da cortina de sangue.
Essa vive! Intensa...
Acompanhada de fiéis escravos
Na penitência da fraqueza
Que existe em mim.
O erro nunca foi existires nesta bola de cristal
O erro sempre foi tentares encontrar
O que não existe nas redondezas desta doença
Que ainda não abarca definição...
(oTumulto)
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